




|

(extraído de Desempenho
das Empresas - Ano 21 - nº 21 - Novembro de 2003)
COBRA Vira o Jogo
A Cobra está saindo de uma posição de crescimento
residual para a de um player competitivo.
Em seus 29 anos de existência, a Cobra Tecnologia apurou repetidos
prejuízos e, nas vezes em que conseguiu escapar do vermelho, no
máximo, empatou despesas e receitas. A guinada ocorreu justamente
no exercício de 2002, quando a empresa apresentou um lucro líquido
de R$ 22,8 milhões e um patrimônio de R$ 23,7 milhões,
resultando em uma expressiva rentabilidade de 96,1 % em relação
ao seu PL.
De logotipo novo, agora nas cores azul e amarela, para identificar-se
melhor com o seu acionista majoritário -o Banco do Brasil, que
detém 99,7% do capital -, a empresa passou a ser chamada Cobra
Tecnologia e tornou-se líder em serviços de informática
entre as maiores companhias do Sudeste.
A ousada previsão de fechar o ano com um crescimento de 90% continua,
uma vez que, segundo' o seu presidente, Graciano Santos Neto, todas as
metas estabelecidas para alcançar este objetivo estão sendo
paulatinamente conquistadas.
"Até há pouco tempo, poucos sabiam que a Cobra Tecnologia
é a única empresa brasileira com capacidade de suporte e
assistência técnica para atender, virtualmente, os 5,5 mil
municípios do País", lembrou o presidente.
Entre os projetos de curto prazo estão a automação
bancária, com terminais inteligentes, e a fabricação
de micros com marca própria, além de investimentos em áreas
como hosting e call center. "A Cobra está saindo de uma posição
de crescimento apenas residual para a de um player com perfil de liderança",
comemora Santos Neto.
Ainda sobre o desempenho da empresa, o presidente entende que favoreceu
a demanda reprimida e a necessidade crescente dos clientes reduzirem os
custos via TI.
Hoje, as receitas da empresa estão divididas em 80% de clientes
do poder público e 20% de clientes privados.
 |
|